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EVELYN
CLARISSE SCHWARZ PASCOLI
EVELYN CLARISSE SCHWARZ PASCOLI nasceu em 1950, no Rio
de Janeiro. Estudou Psicologia na PUC do Rio de Janeiro, concluindo
seus estudos em Salvador, Bahia, aonde viveu por cinco anos.
De volta ao Rio de Janeiro, em 1982, com o falecimento de
sua tia, Nellie Pascoli, de quem herdaram a propriedade, Evelyn
e seu irmão, Ricardo Pascoli assumiram a Fazenda Ponte
Alta.
Inicialmente, seguindo sua formação profissional,
Evelyn recebia na Fazenda grupos de formação
terapêutica, que lá realizavam workshops e vivências
nas áreas de gestalt terapia, biodança, psicologia
transpessoal e outras modalidades de trabalho de vanguarda.
Seguindo
esse perfil inovador, seu trabalho foi, pouco a pouco, redescobrindo
a região do Vale do Paraíba, e Evelyn se apaixonou
pela História do Ciclo do Café. Amiga desde
1982 de Sonia Mattos Lucas, fundadora do Instituto PRESERVALE,
Evelyn abraçou a causa da cidadania cultural e, a partir
de 1995, começou a dar os primeiros passos na direção
de fazer da Ponte Alta uma das melhores experiências
de Turismo Cultural do Brasil.
A criação
do Sarau Histórico em 1997, de sua autoria, rendeu
imediato sucesso de público e de crítica, atraindo
para a pousada inúmeros hóspedes, visitantes,
estudantes e professores, encantados com a História
Viva lá encenada de modo brilhante.
O Governo
do Estado do Rio de Janeiro concedeu a Evelyn o título
de Embaixatriz do Rio de Janeiro por sua extraordinária
atuação como liderança do Turismo no
Espaço Rural no Estado. Através de sua atuação
e intensa participação no cenário turístico
brasileiro, Evelyn foi responsável também pela
aproximação entre a TURIHAB - Turismo de Habitação
de Portugal - e o Instituto PRESERVALE, trazendo para o Brasil
o convênio celebrado com a União Européia,
que visa à promoção dos nossos destinos
turísticos junto ao mercado europeu.
Evelyn foi,
também, secretária de Turismo de Barra do Piraí
(2000), cargo do qual licenciou-se para tratamento de saúde
um ano depois. Seu falecimento, em 30 de Janeiro de 2003,
deixou -nos a todos profundamente saudosos, embora conscientes
de que, sua presença e, principalmente, sua enorme
contribuição ao Turismo Cultural e Rural brasileiros,
não se apagarão jamais. MUITO OBRIGADO, EVY!!!
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