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    Artigos

    O Crescimento prazeroso do turismo rural no Brasil

    O Campo abre as porteiras Srgio Tlio Caldas

    Pelas amplas janelas abertas imensido do campo, que ainda exala o frescor da terra molhada, os sons vo entrando aos poucos: mugidos, um trinado distante, o relinchar repentino no pasto ao lado. Na cozinha, os aromas do caf fresco, dos pes e dos bolos recm sados do forno anunciam que o dia est comeando.

    A conversa animada naquele ambiente levemente aquecido pelo fogo a lenha. Os causos se emendam uns aos outros e provocam boas risadas. Assim o incio da rotina diria de quem mora no campo. E tambm de quem est ali de visita, descobrindo os prazeres e a cultura peculiares da vida rural um interesse, alis, cada vez maior entre os turistas brasileiros e tambm estrangeiros.

    O desejo de estar em contato com a simplicidade do campo e com nossas razes caipiras notvel. Conforme os nmeros indicam, a mala de viagem dos brasileiros est deixando de levar apenas roupas de praia. Agora, tambm carrega trajes para cavalgar e caminhar em matas, rumo ao vasto interior do pas -  uma regio farta em costumes, culinria, natureza e histrias ainda a serem descobertas. Tambm conhecido como agroturismo, o segmento experimenta uma evoluo indita: segundo dados do Ministrio do Turismo, divulgados no incio de 2006, a modalidade vem crescendo cerca de 15% ao ano.

    Umas das razes dessa procura pode ser explicada pelo generoso leque de opes oferecidas. O turismo rural agrega atividades cotidiana do campo, como plantio e colheita, manejo do gado, pesca e culinria regional; ao mesmo tempo em que proporciona caminhadas junto a natureza, observao de aves, cavalgadas e prticas de esporte e aventura, como rafiting e arborismo. No bastasse tantas atividades, h ainda a hospitalidade rural: o viajante recebido na prpria casa onde moram os donos e tratados como se fosse algum da famlia em visita.

    A alternativa de lazer rural tambm est se transformando num negcio promissor aos empresrios do campo. De acordo com a Associao Brasileira de Turismo Rural (Abraturr), existem cerca de 12 mil empreendimentos dedicados ao segmento. Em 1994, quando criamos a entidade, no passava de 400, recorda Carlos Solera, presidente da Abraturr. Segundo ele, o agroturismo gera cerca de 500 mil empregos diretos e indiretos, com faturamento prximo dos R$ 2,5 bilhes em 2005.

    Esse desenvolvimento no deve ser medido apenas em nmeros. O turismo no campo vem experimentando uma profissionalizao espetacular. Instituies pblicas e privadas, como o Sebrae, o Senac, a Federao da Indstrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), alm de organizaes como a Biodiversitas, formam parcerias, renem-se em congressos e feiras como o objetivo de promovem o segmento. Entre as metas prometidas pelo Ministrio do Turismo at o final de 2007, esto a criao de novas oportunidade de trabalho no campo e o resgate do patrimnio cultural e natural do interior do pas.

    O turismo rural favorece a auto estima da gente do campo, diz Alexandre Costa marques, presidente da regional da Abraturr no Mato Grosso do Sul, proprietrio da Bahia Grande, uma fazenda de 1,800 hectares prxima a cidade de Miranda. Tradicional criador de gado, Prata resolveu receber viajantes em sua casa por sentir-se solitrio. Acabou tomando gosto pelo negcio e investiu no conforto de seus hspedes. Mandou construir uma tirolesa sobre a bela lagoa da fazenda, montou uma sala de jogos e outra de leitura, capacitou empregados a guiar turistas por passeios a cavalo, organizou um cardpio especializado em pratos tpicos pantaneiros, como pacu recheado de farofa e temperado com ervas frescas, colhidas na horta atrs da cozinha.

    No Pantanal, chama a ateno uma atrao especial, adequada aos que querem mais intimidade com as riquezas da regio. Os pantaneiros criaram diversos roteiros integrados, como a Rota Pantaneira, que durante cinco dias de cavalgada leva o turista a diversas fazendas e pousadas das regies de Miranda e de Aquidauana. Pelo caminho, els cruzam plancies alagadas, avistam uma diversidade impressionante de bichos, como tuiuis, araras-azuis, tamandus e jacars. O passeio possibilita conhecer o dia-a-dia da gente local e participar de uma autntica comitiva pantaneira, conduzindo cabeas de gado ao som do berrante.

    Outro Estado com vocao natural ao turismo rural Minas Gerais. Alm de contar com a mais bem estabelecida organizao estadual do setor, a Associao Mineira de Empresas de Turismo Rural (Ametur), Minas tem atributos suficientes para tornar-se o principal destino da modalidade no pas, conforme acredita Andria Roque Arantes, diretora da Abraturr. A autenticidade mineira, a hospitalidade, a gastronomia e a natureza preservada, aliadas a cultura e a histria que despertam grande interesse, formam um diferencial e tanto para Minas Gerais, diz. No foi a toa que o banco de desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) criou uma linha de crditos para micros, pequena e mdias empresas interessadas em investir na Estrada Real a jia turstica mineira do momento, que no longo roteiro conta com patrimnios inestimveis com Tiradentes, Ouro Preto e Diamantina, alm do encanto do cerrado e dos engenhos produtores de algumas das melhores cachaas nacionais. Os roteiros de campo oferecidos em quase todo o pas costumam conjugar ecologia, histria e cultura. Assim como a estrada mineira, outro bom exemplo a rota dos Tropeiros, que refaz o caminho dos comerciantes do sculo XVIII: vai da antiga Campos de Viamo (hoje Porto Alegre, RS), passa por Lages (SC) e por Castro (PR), at chega a Sorocaba (SP), onde, no passado, havia uma grande feira.

    Outros Estados tambm criam suas atraes culturais: em Pernambuco, pode-se hospedar em antigos engenhos e aprender como realizado o cultivo da cana-de-acar. No Cear, toma-se banho em audes; em Santa Catarina pode ser feito o roteiro de inverno serra, conhecendo a produo de pinho, vinho e flores. Nos arredores do municpio capixaba de Venda Nova do Imigrante, possvel visitar propriedades produtoras de artesanato em madeira, queijo e quitutes italianos. No sul mineiro e nos interiores de So Paulo e do Rio de Janeiro, fazendas centenrias de caf abrem suas portas e histrias aos visitantes.

    A ateno com essas propriedades, smbolos de um perodo de riqueza de opulncia, no pouca. Em fevereiro deste ano, foi lanado oficialmente o consrcio Fazendas do Brasil, que pretende colocar o pas no circuito internacional do turismo rural de alto padro. Iniciativa do Sebrae e do Instituto de Preservao e Desenvolvimento do Vale do Paraba (Preservale), o projeto faz parte do programa Europa das Tradies, cujos roteiros tursticos incluem reas rurais de Portugal, Frana, Irlanda, Reino Unido e Holanda. Esse modelo de turismo valoriza nosso patrimnio e nossa histria, diz Snia Mattos Lucas, diretaroa do Preservale.

    O turismo rural tem potencial para se tornar um dos segmentos tursticos mais dinmicos e atraentes do Brasil, afirma Solera.

    *Srgio Tlio Caldas jornalista e escritor, autor dos livros Nas fronteiras do Isl, ed. Record, 2002; Peixe-boi, a histria da conservao de um mamfero brasileiro, ed. DBA 2004 e Arara Azul, ed. DBA, 2005, entre outros.

    Fotos por: Victor Andrade.

     

    De olho no campo

    Como esta o turismo rural no Brasil:

    • 12.000 empreendimentos.
    • 65% das propriedades tem at 50 hectares.
    • 90% dos negcios so administrados por mulheres.
    • Em mdia, a idade dos turistas varia de 20 a 50 anos.
    • A maioria visita o campo com a famlia

    Fonte: Abraturr

    Maria Beltro sobre a Fazenda do Governo

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     Brasil Haciendas (crnicas) Haciendas de caf reviven el esplendor aristroctrico no Brasil

    Atiguas haciendas de caf Del Valle del Paraba evocan hoy los tiempos del Segundo Imperio, em el siglo XIX, cuando el estado de Rio de Janeiro marcaba La pauta cultural y econmica de um Brasil de aristcratas y esclavos.

    Algunas de ellas son um marchito reflejo de uma poca que acab en 1889 junto com La monarquia u el nacimiento de la repblica. Otras mantienen vivo todo su esplendor y son hoy el principal atractivo de um incipiente turismo histrico y rural.

    El ro Paraba atraviesa el estado de Ro de Janeiro de este a oeste y a su paso se construy uma economia agrria hoy concentrada em la ganadera de carne y leche.

    Como legado del ciclo del caf, en um  Valle de unos 250 kilmetros cuadrados, em los municpios de Vassouras, Valenza, Barra do Pira y Ro das Flores sobreviven ms de um centenar de las casas de antiguas sedes de las haciendas cafeteiras que hoy buscan complementar el turismo y la actividad agropecuria.

    La imponente y solitaria Hacienda Paraso destaca como um palcio de 2.200 metros cuadrados, com sus muebles clsicos, frescos y retratos del emperador Pedro II (1831 1889) y de la emperatriz Teresa Cristina de los Braganza y Borbn.

    Paraso, construda em 1845 por el vizconde a vapor que se conserva intacta.

    Uma veintena de estas mansiones ya han sido incorporadas por sus propietarios al Instituto Preservale, iniciativa privada que difunde la exixtencia de estos tesoros arquitectnicos y su historia  para atraer visitantes de dentro y fuera de Brasil.

    El fin de la esclavitud, em 1888, fue el golpe de gracia para um sitema que se basaba em la explotacin intensiva y predatria de las suaves colinas del Valle del Paraba.

    All, durante 150 aos, el caf era plantando por mano esclava despus de la destruccion del bosque que entonces cubra las costas del sur de Brasil.

    La preciosa madera salida de esa selva atlntica sirvi para erigir las haciendas y sua mansiones inspiradas em estilos renacentistas y neoclsicos, decoradas com estatuas de mrmol y rodeadas de pastos y jardines a la francesa.

    Eran el smbolo de um brutal rgimen esclavista barnizado com um refinamiento cortesano tropical.

    Muchas casas conservan los amplios ptios, donde el caf era puesto a secar para despus ser procesado y enviado en sacos, em recuas de mula y despus em ferrocarril, hasta el puerto de Ro de Janeiro, rumbo a los voltiles mercados de Europa y Estados Unidos.

    Eran estas haciendas aristocrticas las que Le daban el sustento poltico al imprio brasileo, explico Sonia Mattos Lucas, una de las entusiastas impulsoras de Preservale y propietaria de la hacienda Vista Alegre.

    El caf desapareceria por completo de la economia de Ro de Janeiro, para mudarse a los estados de So Paulo y Minas Gerais, desde comienzos del siglo XX.

    Varias de estas propiedades han servido de escenario para filmes y novelas de poca, entre ellas La esclava Isaura, grabada em la Hacienda Florenza, hoy todo centro de descanso rural para huspedes selectos.

    La iniciativa de Preservale beneficia tambin a poblaciones vecinas, dispersas em la Ruta del Caf, um circuito ofrecido hoy junto com paquetes tursticos a Rio de Janeiro y la colonial Parat.

    Em todo el Valle hay posadas y opciones culturales, como em la simptica localidad de Conservatria, donde la msica est presente en cada esquina dede la poca de la monarquia, pues muchos msicos llevados por los barones del caf a las haciendas para que educaran los odos de sus herederos acabaron quedndose por los alrededores.

    Em Conservatoria hay frecuentes conciertos al aire libre, concursos de msica clsica para jvenes y adultos, y serestas, buclicas serenatas en grupo alrededor de las casas vecinas.

    La ms antigua msica africana tambin late en el Valle del Paraba en la sangue de los descendientes de los esclavos.

    Entre ellos destaca el maestre Cid lder del grupo de danzas africanas Asociacin Afro Angola Congo, que lucha por preservar la memria de los oprimidos para constar su version de esta historia.

    Antes de danzar para turistas en la Haciendas Santo Antonio, Cid muestra uma coleccin de instrumentos de tortura que eran aplicados a los esclavos que labraron el esplendor del Valle.

    Pero no todo era sufrimiento, dice en un gesto de Consuelo al mostrar tambin instrumentos musicales artesanales que acompaan los bailes de jongo y capoeira, tpicas danzas nacidas en las zenzalas, los grandes galpones donde eran confinados los esclavos despus de dejarse la piel durante todo el dia trabajando el caf.

    Omar Lugo

    Ro de Janeiro, 17 ago (EFE)

     

    A histria do Vale do Paraba

    Com o autor, caminha-se pelos lances mais relevantes da ascenso, do apogeu e da decadncia da economia do caf. Sente-se o despertar de uma casa-grande, com fiel cenrio de que so protagonistas o baro, a baronesa, as crianas da casa, as mucamas do servio, tudo ao som do baque surdo do assoalho de madeira sobre o poro e do carrilho que marca ruidosamente as horas. A volta, emolduram-na os extensos cafezais, origem e sustentculo da aristocracia rural fluminense, surgida no alvorecer do sculo XIX e desaparecida antes que se findasse.

    Seguem-se as influncias polticas do reinado joanino e da independncia; a lei anti-trfico e a tragdia do negro em cativeiro; o apogeu; as razes do declnio; o fim; como eplogo, uma perspectiva do renascimento do Vale, pela sua vocao atual e maior, referida pelo autor como de incomensurvel potencial turstico. (Fernando Tasso Fragoso Pires)

     

    Atravs do conhecimento do passado, do redescobrimento de nossas grandezas, assim como de nossas mazelas, ser possvel construirmos pontes culturais, econmicas e sociais para o futuro sem que se perca a nossa identidade, a nossa brasilidade. (Snia Maria de Mattos Lucas)

    O desbravamento do Vale e sua opulncia efmera foram obra do Imprio. A sua reconsquista grandiosa e duradoura ter de ser inevitavelmente feita por ns.

    (Paulo Lamego)

     

     

    Informaes

    Preo: R$ 23,00

    N de Pginas: 168

    Vendas: Livraria Boca do Sapo Rua Visconde de Piraj, 12 D Ipanema.

    E - mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

    Tel: (21) 9795-8234 / 2287-5257

     

    Guia prtico Gerenciando questes ambientais e sociais no setor de hospedagem

    (Sedido por Patrcia Kranz)

    Um guia prtico para boas prticas

    The Center for environmetal leadership in busines o centro para liderana Ambiental nos negcios e toi tour operation initiative for sustainable tourism development  - iniciativa de operadores para o desenvolvimento sustentvel do turismo.

    Agradecimentos verso em portugus

    Ao Edgar e Gert Werblowsky da FreeWay Brasil, So Paulo, Brasil, pela traduo livre do texto original em ingls.

    Ao Helenio Waddington e Mnica Borobia, Associao de Hotis Roteiros de Charme, Rio de Janeiro, Brasil, pela reviso e contribuio de exemplos no contexto brasileiro (contidos no Anexo).

    ndice

    Gesto de energia

    QUAL A QUESTO?

             Hotis utilizam quantidades significativas de energia para seu funcionamento dirio e as atividades de lazer. Em muitos estabelecimentos, as despesas com energia ocupam a segunda posio nas despesas de funcionamento depois da folha de pagamento. O alto consumo de energia devido frequentemente ao uso de tecnologias de consumo energtico elevado, voltadas ao conforto e a convenincia, tal como o ar condicionado para grande nmero de hspedes. A vasta maioria de hotis e resorts enfrenta suas necessidades de energia comprando energia produzida atravs da queima de combustveis fsseis (carvo, leo e gs natural) que contribuem para a poluio do ar local e as alteraes do clima global. A extrao, o refino e o transporte do combustvel fssil tambm podem causar dano ambiental. Melhorias na manuteno, medidas visando maior eficincia e o uso de energia renovvel pode diminuir a dependncia de energia produzida atravs de combustveis fsseis.

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             Investimentos no uso mais eficiente de energia e o emprego de melhores prticas na manuteno e governana podem levar a redues significativas em custos de funcionamento e despesas com energia, com perodos de amortizao relativamente curtos. Um hotel mdio com 300 quartos, gasta um valor estimativo de U$$ 1,2 milho por ano em energia.

             O uso de energia renovvel pode reduzir a poluio do ar local, manter a qualidade do destino e realar a experincia dos hspedes.

             A eficincia energtica e prticas de conservao podem elevar a reputao junto aos hspedes e outros que se preocupam em reduzir o consumo global de energia e os impactos de mudanas climticas.

    O QUE POSSO FAZER?

             Comear por estimar a magnitude do uso de energia existente para determinar onde ocorre o consumo mais elevado de energia e onde se poderia mais facilmente tomar medidas para melhorar a eficincia.

             Continuar monitorando regularmente o seu consumo de energia. O monitoramente dirio ou semanal do uso de energia ajuda a identificar o consumo anormal e a medir a economia de energia quando equipamento eficiente instalado ou uma boa prtica implementada.

             Estimular os hspedes a seguir prticas que economizam energia, tais como desligar luzes e ar condicionado, fechar venezianas antes de sair dos quartos e utilizar toalhas ou roupas de cama por mais de um dia.

             Trabalhar com os empregados para identificar prticas de economia de energia, tais como reduo dos nveis de aquecimento ou do ar condicionado quando for realizada a limpeza do quarto, acionamento de secadoras de roupa ou lavadoras de pratos somente com plena carga. Se o hotel possuir piscina, desligar a bomba noite.

             Fazer o monitoramento e manuteno de todo equipamento regularmente para garantir que esteja funcionando to eficiente quanto possvel. Providenciar um upgrade para equipamento mais antigo, ineficiente ou sua substituio por tecnologia mais recente.

             Usar produtos cuja manuteno precise de menos energia, tais como lenis e toalhas coloridos ou produtos de algodo com selo ecolgico que possam ser lavados e secos com temperaturas mais baixas.

             Usar sensores e rels de tempo (temporizadores) para desligar luzes desnecessrias em reas de uso intermitente, tais como salas de reunies, reas de armazenagem e banheiros pblicos e dos funcionrios.

             Reduzir a quantidade de elevadores e escadas rolantes funcionando durante as horas de pouco uso.

             Quando vivel, usar fontes de energia renovveis, tais como biogs, energia elica ou solar.

             Contatar agncias nacionais de proteo ambiental envolvidas na promoo de energia renovvel e medidas para poupana de energiapara ajudar na implementao de uma plano de gerenciamento de energia. O programa da UNEP de energia fornece informao avanada sobre tecnologias de energia renovvel disponvel (www.uneptie.org/energy).

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAO?

             Benchmark Hotel program. http://www.benchmarkhotel.com

             Case studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             Environmental Action Pack for Hotels. International Hotel & Restaurant Association, International Hotels Environment Initiative, United Nations Environment Programme, Industry and Environment, 1995. Disponvel em http://www.ihei.org andhttp://www.uneptie.org

             Green Hotelier magazine. International Hotel Environment Programme Department of Technology, Industry and Economics, 2003 Disponvel em http://www.uneptie.org

    BOAS PRTICAS EM AO

    Quando um estudo no Hotel Nikko de 17 abdares, em Hong Kong, constatou que um tero dos hspedes no desligava o interruptor gerla de eletricidade ao sair dos seus quartos, o hotel instalou acionamento automtico controlado por cato chave. O hotel estima que o sistema de carto chave economize U$$ 0,30 por quarto por dia. Com um custo inicial de U$$ 21 por chave, o perodo de amortizao de 70 dias.

    O Seattle Westin Hotel conseguiu uma reduo de 66 por cento na wattagem e uma economia anual de U$$ 400.000 na troca de lmpadas incandescentes por lmpadas compactas fluorescentes poupadoras de energia e melhorando mecanismos de controle.

    O Taj Group of Hotels que usa aquecimento solar para cobrir 50 a100 por cento das necessidades de gua quente de todos os seus hotis, constatou que os investimentos em energia solar se pagam em apenas dois anos.  

    Gesto da gua

             Em muitas partes do mundo, a demanda por gua supera a oferta e sobrecarrega seriamente os recursos hdricos disponveis. Alguma das reas mais carentes de gua, tais como o Mediterrneo, tambm abriga alguns dos maiores destinos do turismo internacional.

             A demanda por gua de hspedes normalmente ultrapassa em muitos a dos moradores locais. Alm da gua necessria para casa quarto de hotel e atividades gerais da administrao do hotel, como cozinhas e lavanderias, outros elementos tais como piscinas, gramado e campos de golfe podem aumentar significamente o uso total.

             O uso excessivo de gua pode degradar ou destruir recursos hdricos locais, ameaando a disponibilidade de gua para suprir necessidades locais. Os problemas podem piorar em reas onde a alta temporada de turismo coincide com perodos de baixa pluviosidade.

     

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             A reduo no consumo total de gua pode levar a uma diminuio de custos; especialmente durante perodos de seca, de restries de uso ou regulamentos governamentais cada vez mais rigorosos relativos ao uso de gua.

             Reduzindo o uso da gua pode-se conservar e proteger os recursos hdricos locais dos quais dependem um hotel e a comunidade local.

             A preservao da qualidade dos recursos hdricos locais pode eliminar a necessidade de processos custosos de tratamento de gua potvel.

             A conservao da gua pode aumentar a reputao entre os hspedes e outros preocupados com a reduo do consumo de gua e proteo de recursos locais.

     

    O QUE POSSO FAZER?

             Identificar as reas principais de consumo de gua em seu hotel onde possam ser alcanadas economias de gua significativas.

             Monitorar regularmente o seu consumo de gua para cada rea do hotel (cozinha, lavanderia, quartos etc.) O monitoramento dirio ou semanal ajuda a identificar vazamentos e medir a economia de gua quando equipamento eficiente instalado ou na implementao de uma boa prtica.

             Estimular os hspedes a usar suas toalhas ou roupas de cama por mais de um dia. Fornea dicas aos hspedes sobre medidas de economia de gua tais como fechar a torneira da pia ao fazer a barba ou escovar seus dentes.

             Trabalhar com os empregados para identificarem prticas para economia de gua, tais como no deixar a gua correr ou ligar mquinas de lavar roupas e lava-pratos s quando cheias.

             Engajar seus departamentos de governana e engenharia numa campanha ativa para detectar e reparar instalaes sanitrias, torneira e chuveiros vazantes.

             Instalar dispositivos que economizam gua tais como sanitrios com baixo volume de descarga, e chuveiros e torneiras com redutores de fluxo. Acessrios de baixo fluxo em chuveiros podem reduzir o fluxo de gua em 50% sem afetar o nvel de conforto do usurio.

             Providenciar manuteno regular de seu equipamento. A falta de manuteno preventiva gera vazamentos pequenos, mas constantes, o que pode causar uma perda de gua importante.

             Usar tecnologias que reduzam o uso de gua atravs da reciclagem.

             Evitar prticas esbanjadoras no paisagismo, tais como regar com mangueira superfcies externas e molhar os jardins durante o dia.

             Use sistemas de irrigao tipo gotejamento e selecione espcies de plantas nativas, resistentes seca, para paisagismo.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Benchmark Hotel program. http://www.benchmarkhotel.com

             Case studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             Environmental Action Pack for Hotels. International Hotel & Restaurant Association, International Hotels Environment Initiative, United Nations Environment Programme, Industry and Environment, 1995. Disponvel em http://www.ihei.org andhttp://www.uneptie.org

             Green Hotelier magazine. International Hotel Environment Initiative.

    Disponvel em http://www.uneptie.org

     

    BOAS PRTICAS EM AO

    Sandals Negril Beach Resort & Spa na Jamaica utilize sanitrios de baixo volume de descarga e mictrios que usam s 5,7 litros (1,5 gales) de gua por descarga, aeradores e redutores de fluxo nas torneiras, chuveiros poupadores de gua com um fluxo mximo de 9,5 (2,5 gales) por minuto e tcnicas para reduzir a perda da no solo pela evaporao. Em trs anos de 1998-2000, o consumo total de gua por noite foi reduzido em 28,6 por cento.

    Apple Farm Inn and Restaurant, um hotel de luxo na Califrnia, EUA, com apenas sete quartos, utiliza a gua descartada por mquina de lavar para descarga de sanitrios, economizando 15,900 litros (4.200 gales) da gua por dia e aproximadamente U$$ 5.000 por ano.

    Gesto de guas residuais

    QUAL A QUESTO?

    Hotis podem produzir quantidades significativas de guas residuais, tanto de "guas cinzentas", provenientes principalmente da mquinas de lavar, pias, chuveiro, banhos e captadas pelo telhado, como "guas pretas", proveniente da lavagem de louas de cozinha e sanitrios. Em vrios destinos, poucos ou nenhum destes resduos so tratados, e poluentes tais como coliformes fecais e substncias qumicas so descarregados, diretamente no meio aambiente. (Para mais informaes sobre o manuseio adequado de substancias qumicas, vide Uso de Qumicos na pgina 10.)

    O tratamento inadequado de guas residuais pode causar a contaminao do lenol fretico, de guas superficiais e a degradao de recursos marinhos, tais como recifes de coral. Da mesma forma, pode ainda causar infeco, doenas gastrointestinais, leptospirose e clera. Em algumas reas costeiras, as praias foram interditadas ao pblico devido a nveis elevados de poluio qumica e orgnica.

     

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             O tratamento adequado de guas residuais pode reduzir as possibilidades de contaminao das fontes locais de gua potvel e aquelas usadas na agricultura, reduzindo a necessidade de comprar ou tratar gua potvel e melhorar as relaes com comunidades locais.

             O tratamento eficiente de guas residuais pode evitar doenas srias entre os hspedes e funcionrios e limitar o risco de litgios por parte dos hspedes que contraem infeces depois de beber ou nadar em guas poludas.

             O tratamento de esgoto e guas residuais pode evitar multas e subsequentemente despesas com descontaminao.

             Evitando o despejo de esgoto ou guas residuais pode-se proteger a atividade turstica atravs da conservao dos habitats marinhos e reduzindo a poluio costeira.

             A poluio costeira pode diminuir o volume de negcios de tal modo que hspedes potenciais cancelam viagens e procurem destinos alternativos.

     

    O QUE POSSO FAZER?

             Minimizar o despejo de guas residuais, reduzindo o consumo de gua.

             Separar leos e gordura residuais para processamento separado.

             Usar detergente biodegradvel, produtos de limpeza que sejam compatveis com as tecnologias de tratamento de guas residuais.

             Minimizar o uso de cloro, alvejantes, detergentes e outros produtos qumicos que terminem sendo introduzidas no esgoto.

             Certificar-se de que todas as gua residuais sejam tratadas adequadamente antes de lan-las no meio ambiente.

             Caso exista um sistema municipal, verifique se a rede de coleta de guas residuais realmente encaminhada para uma usina de tratamento de esgoto e no apenas despejada diretamente no meio ambiente.

             Caso no exista um sistema municipal, trabalhe com outras empresas, organizaes e a municipalidade local para apoiar o desenvolvimento de modernos sistemas de tratamento de guas residuais municipais.

             Caso no exista um sistema municipal, procure as melhores opes de tratamento no local. Se vivel, usar opes naturais de tratamento de esgoto que usem plantas e bactrias naturais para purificar a gua ao invs de produtos qumicos.

             Reutilizar "guas cinzentas" tratadas para lavar pisos, dar descarga em sanitrios e irrigar jardins e campos de golfe.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Benchmark Hotel program. http://www.benchmarkhotel.com

             Case studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             Environmental Action Pack for Hotels. International Hotel & Restaurant Association, International Hotels Environment Initiative, United Nations Environment Programme, Industry and Environment, 1995. Disponvel em http://www.ihei.org andhttp://www.uneptie.org

             Green Hotelier magazine. International Hotel Environment Initiative.

    Disponvel em http://www.uneptie.org

     

    BOAS PRTICAS EM AO

    Grecotel trabalhou com autoridades locais na Grcia para instalar uma estao de tratamento de esgoto que serve tanto as comunidades hoteleiras como locais, desse modo ajudando para preservar a qualidade da gua local,

    O Resort Le Sport em St. Lucia trata guas residuais em trs lagoas interligadas que filtram gua servidas com plantas aquticas e filtros. A gua filtrada ento desinfetada ainda com raios ultravioletas e depois utilizadas para a irrigao do solo na propriedade. Em seu primeiro ano de funcionamento o novo mtodo de tratamento economizou cerca de 3,8 milhes de litros (1 milho de gales) de gua e milhares de dlares.

    O Disney World na Flrida, EUA, recicla 15,2 milhes de litros (4 milhes de gales) de guas residuais por dias para a irrigao de jardins e campos de golfe. A empresa constatou que este mtodo no s era ambientalmente responsvel, mas proveitoso economicamente, j que o uso de gua tratada pela municipalidade custaria muito mais caro.

    Gesto de resduos slidos

    QUAL A QUESTO? 

    Hotis geram grandes quantidades de resduos slidos, desde a embalagem e resto de comida at produtos de limpeza e manuteno, alguns doa quis txicos; (para maiores informaes sobre o correto manuseio de produtos qumicos vide Uso de quimicos na pgina 10).

    Em muitos casos os resduos so acumulados em depsito de lixo projetado, descartados diretamente no mar ou rio ou simplesmente despejado em reas fora de vista dos clientes. Alm de degradar o destino visualmente, o descarte inadequado de resduos pode levar contaminao de gua e solo atravs de vazamentos de contaminantes em lixes. Deposito de lixo mal projetado pode resultar em incndios, mau cheiro, moscas e na conteno ineficiente de resduos.

    O descarte sem controle de itens txicos, tais como latas de tinta e baterias pode contaminar severamente os recursos hdricos, o ar, o solo, ameaando o meio ambiente e a sade humana. At mesmo onde os resduos so despejados de forma legal, os aterros tem capacidade limitada, o que constitui um problema especial em pequenas ilhas.

     

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             Um programa de gerenciamento de resduos eficiente pode reduzir despesas com transporte e remoo.

             A reutilizao e a reciclagem de produtos podem diminuir os custos de compra de produtos.

             O despejo inadequado ou ilegal de resduos pode provocar multas significativas e custos com descontaminao.

             O descarte inadequado de resduos pode limitar o risco de litgio por parte de hspedes ou moradores da regio que adoecem por causa de resduos perigosos.

             O Gerenciamento eficiente de resduos pode proteger a imagem de um hotel ao limitar a degradao visual da rea, aumentando a aprovao dos hspedes. Os efeitos visveis do despejo de resduos e a preocupao mais mencionada pelos hspedes com relao aos seus destinos de frias.

             Os resduos lanados diretamente nos oceanos ou rios podem diminuir a qualidade da atividade turstica ao reduzir populaes de peixes e ao tornar a gua imprpria para atividades recreacionais.

     

    O QUE POSSO FAZER?

             Comear por levantar os tipos  e quantidades de resduos produzidos e mtodos de descarte atuais e custos.

             Desenvolver o seu programa de gerenciamento de resduos slidos ao redor dos trs R's: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

             REDUZIR:

             Comprar produtos a granel e com menos embalagem para reduzir a gerao de resduos.

             REUTILIZAR:

             Substituir itens descartveis por reutilizveis, tais como baterias recarregveis, recipientes para sabonetes e xampus recarregveis e usar sacos de pano para roupa suja.

             Solicitar que os fornecedores levem de volta estrados e caixote.

             RECICLAR:

             Separar os resduos na fonte, em vez de ter que triar todo o lixo depois de coletado. Por exemplo, providencie recipientes para reciclveis nos quartos dos hspedes e recipientes de compostagem em reas de trabalho da cozinha.

             Onde houver mercado para reciclveis, reciclar itens como papel, vidro, metal e plstico.

             Compostar resduos orgnicos, tais como restos de comida, folhas e galhos de rvore.

             Providenciar recipientes de lixo para uso dos hspedes em reas chave, especialmente na praia e ao longo de trilhas.

             Manter os resduos slidos em locais reservados, seguro e higinico at ser coletado pela municipalidade ou outras entidades de coleta.

             Trabalhar com outras empresas e organizaes e a municipalidade local para apoiar o desenvolvimento de coleta seletiva de resduos, reciclagem e sistemas de tratamento eficazes.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Benchmark Hotel program. http://www.benchmarkhotel.com

             Case studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             Environmental Action Pack for Hotels. International Hotel & Restaurant Association, International Hotels Environment Initiative, United Nations Environment Programme, Industry and Environment, 1995. Disponvel em http://www.ihei.org andhttp://www.uneptie.org

             Green Hotelier magazine. International Hotel Environment Initiative.

    Disponvel em http://www.uneptie.org

     

    BOAS PRTICA EM AO

    No Resortt Ilha Great Kennel, na Austrlia, os resduos orgnicos so triturados, passam pela compostagem por algumas semanas, e depois oferecidas como comida s minhocas na fazenda de minhocas do balnereo. As minhocas produzem um produto rico que usado nos jardins do Resort em vez de fertilizante. Este sistema reduz a produo de resduos e elimina os custos para remover o lixo da Ilha. O programa de reciclagem no Banff Springs Hotel, no Canad, eliminou em mais de 85% os resduos produzidos.

    Uso de qumicos

    QUAL A QUESTO?

    Uso excessivo ou imprprio, estocagem e descarte de produtos qumicos e outros resduos perigosos no dia a dia do trabalho pode causar poluio e contaminao de recursos e meio ambiente locais. O uso de pesticidas, fertilizantes e herbicidas para jardinagem e controle de insetos pode levar ao escoamento de txicos a crregos, guas costeiras e lenol fretico. Produtos qumicos usados para a limpeza dos quartos dos hospedes ou em instalaes recreacionais tais como piscinas podem contaminar o solo e mananciais, representando um risco em potencial para a sade humana.
    O vazamento de CFCs e HCFCs de geladeiras, ar condicionados e outros equipamentos de refrigerao, bem como produtos qumicos utilizados para lavagem a seco, em aerosis, e extintores de incndio e espumas, contribuem para a reduo da camada de oznio.

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             A reduo no uso e manuseio responsvel de produtos e resduos perigosos podem manter a qualidade do turismo ao minimizar o potencial para poluio do ar, gua ou solo.

             O uso inadequado, inclusive uso excessivo, de produtos qumicos representa uma ameaa real a sade e segurana dos hospedes e funcionrios.

             A gesto eficaz de produtos qumicos e resduos perigosos pode reduzir os custos de tratamento de gua bem como a quantidade e o custo dos produtos qumicos comprados pelo hotel.

             O uso adequado, armazenagem e descarte de produtos qumicos e resduos perigosos pode garantir o cumprimento de normas e legislao, e reduzir multas em potencial ou custos de descontaminao e limpeza.

     

    O QUE POSSO FAZER?

             Limitar a quantidade de produtos qumicos usados em sua propriedade.

             Reduzir os agentes contaminantes usando produtos naturais tais como sal, vinagre e bicarbonato de sdio para limpar fornos, drenos, janelas e pisos.

             Usar produtos de limpeza, tintas, solventes e outros produtos biodegradveis e ambientalmente certificados (por exemplo, Green Seal, The Nordic Swan, the EU Flower).

             Usar dosagem automtica para produtos qumicos para limpeza e nas piscinas para assegurar que as quantidades apropriadas dos produtos sejam usadas em cada tarefa.

             Treinar os funcionrios em como manusear e descartar os produtos qumicos e materiais perigosos de modo responsvel e com segurana.

             Descartar materiais perigosos de maneira responsvel e de acordo com a legislao local e padres internacionais.

             Monitorar regularmente condicionadores de ar, bombas trmicas, geladeiras, congeladores e equipamento refrigerante de cozinha para detectar e eliminar vazamentos de CFCs e HCFCs, redutores de oznio.

             Converter o equipamento existente para utilizar produtos qumicos com baixo potencial redutos de oznio (ODP) ou produtos qumicos com zero-ODP. Isso geralmente requer a substituio de peas de equipamentos existentes e/ou mudana de leo lubrificante. Ao comprar equipamento novo, escolher os que usam produtos qumicos com zero-ODP.

             Ao tomar decises sobre paisagismo, escolher plantas indigemas que necessitam de menos gua, pesticidas, fertilizantes e herbicidas.

             Usar composto e outros substitutos orgnicos para o fertilizante qumico.

             Se possvel, usar peixes, iguanas ou outros animais para controlar insetos, no lugar de pesticidas perigosos e outros produtos qumicos.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

            Benchmark Hotel program. http://www.benchmarkhotel.com

             Case studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             Environmental Action Pack for Hotels. International Hotel & Restaurant Association, International Hotels Environment Initiative, United Nations Environment Programme, Industry and Environment, 1995. Disponvel em http://www.ihei.org andhttp://www.uneptie.org

             Green Hotelier magazine. International Hotel Environment Programme Department of Technology, Industry and Economics, 2003 Disponvel em http://www.uneptie.org

    BOAS PRTICAS EM AO

    O hotel Vancouver, em British Columbia, Canad, Substituiu o cloro com bicarbonato de sdio e soluo salina em suas piscinas, reduzindo poluentes e economizando quase U$$ 1500,00 por ano.
    Jasper Park Lodge, em Alberta, Canad, fertiliza seu campo de golfe com adubo proveniente de compostagem de estrume de alce.
    The Green Hotel, em Mysore, ndia, abastece seus tanques com peixes predadores de mosquitos. 

    Compras

    QUAL A QUESTO?

    Hotis compram grandes quantidades de produtos, inclusive materiais de limpeza e lavanderia, alimentos e bebidas, equipamentos, veculos, materiais de escritrio, mveis, roupas de cama e artigos de toalete para banheiros dos hospedes. Estes produtos podem ter impactos ambientais negativos atravs de sua fabricao, distribuio, uso e descarte.

    Tais produtos tambm podem ter impactos sociais negativos se forem produzidos usando prticas trabalhistas ilegais. Ao trabalhar com fornecedores e prestadores de servio, os hotis e associaes hoteleiras esto em condies de promover melhorias ambientais e sociais nos processos de fabricao e produo. As decises sobre a compra de produtos tambm causa impacto nos nveis de resduos produzidos por um hotel, bem como o potencial para a poluio loca de ar, gua e solo gerado pelo uso ou descarte destes produtos.

     

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

    • Ao comprar materiais com um impacto ambiental mnimo da fabricao, uso e descarte pode-se manter a qualidade do turismo ao reduzir o potencial de poluio do ar, gua e solo.
    • Comprando produtos feitos com menos embalagem ou materiais pode-se diminuir os custos de remoo, descarte e tratamento de resduos.
    • Comprando produtos ambientalmente e socialmente corretos pode-se melhorar a reputao junto aos hspedes e demais que se preocupam com o uso esbanjador ou prejudicial de produtos.
    • Comprando produtos locais e sustentveis pode-se reduzir o desperdcio e melhorar o relacionamento com comunidades locais ao aumentar a renda gerada pelo turismo na comunidade de forma mais ampla.

     

    O QUE POSSO FAZER?

    • Quando possvel, comprar produtos que estejam certificados por qualidade ambiental. Procurando produtos com selos confiveis de terceiros, tais como Green Seal, EU Flower ou Nordic Swan, o que permitir usufruir das vantagens de especialistas independentes na suam toma de decises de compra.
    • Quando possvel, comprar produtos comercializados de forma justa.
    • Assumir um papel ativo influenciando e trabalhando cm fornecedores. Os produtos ambientalmente corretos no podem ser identificados sempre com selos ecolgicos. Trabalhando com fornecedores tambm o ajudar a identificar questes ambientais e os melhores produtos disponveis.
    • Onde possvel, exigir dos fornecedores que possuam e adiram a uma politia ambiental e prticas trabalhistas justas.
    • Assegure que os vendedores locais usem prticas ambientalmente e socialmente adequadas.
    • Fornecer informaes aos hospedes sobre alternativas a produtos importados, produzidos localmente, tais como gua mineral, bem como uma relao de produtos locais e servios a serem evitados, tais como souvenir feitos de espcies ameaadas.
    • Comprar produtos de papel que tenham um alto contedo de reciclados psconsumidor e no sejam alvejados como cloro.
    • Quando vivel, comprar produtos para os quais j existe um mercado de reciclagem.
    • Comprar produtos a granel e com menos embalagem, para reduzir custos com embalagem, armazenagem, transporte e descarte.
    • Comprar produtos e materiais locais que exijam menos transporte, embalagem e armazenagem e possam estreitar relacionamentos na comunidade e cooperao.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Benchmark Hotel program. http://www.benchmarkhotel.com

             Case studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             Environmental Action Pack for Hotels. International Hotel & Restaurant Association, International Hotels Environment Initiative, United Nations Environment Programme, Industry and Environment, 1995. Disponvel em http://www.ihei.org andhttp://www.uneptie.org

             Green Hotelier magazine. International Hotel Environment Programme Department of Technology, Industry and Economics, 2003 Disponvel em http://www.uneptie.org

    Contribuio para biodiversidade e conservao da natureza

    QUAL A QUESTO?

    O desenvolvimento turstico pode ter impactos ambientais significativos sobre reas interioranas e costeiras.
    Os captulos anteriores deste manual apontaram algumas maneiras que os hotis podem minimizar e/ou evitar esses impactos.
    Alm de simplesmente reduzir os impactos negativos, os hotis tambm podem procurar oportunidades para beneficiar a biodiversidade e a conservao da natureza contribuindo para a melhoria do meio ambiente a nvel local, regional ou racional. Tais aes podem ser especialmente importante em pases onde a capacidade e recursos para conservao ambiental so limitados.

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             Em muitos lugares, o ambiente natural forma a base de uma viagem ou frias. Contribuies para conservao podem ajudar a preservar recursos tursticos naturais.

             O apoio para a conservao pode minimizar os riscos de problemas ambientais futuros, e preservar a qualidade do destino.

             As contribuies para conservao podem melhorar a reputao junto aos hospedes e demais que se preocupam com a perda de biodiversidade global e local bem como danos ao meio ambiente.

             Promover formas responsveis para desfrutar dos recursos naturais e do meio ambiente num destino ir melhorar a experincia dos hspedes.

             Apoiando esforos de conservao pode-se gerar publicidade positiva e melhorar a reputao e relacionamentos com populaes locais e organizaes.

             Ganhando prmios ambientais por programas de conservao bem sucedidos pode-se levar a publicidade positiva.

     

    O QUE FAZER?

             Trabalhar com autoridades governamentais e outros grupos locais para avaliar a situao local e identificar as melhores estratgias para beneficiar a conservao.

             Parcerias com grupos locais ou nacionais para promover a conservao.

             Fazer contribuies financeiras para iniciativas de conservao locais.

             Patrocinar educao ambiental em comunidades adjacentes.

             Providenciar apoio para o manejo de biodiversidade

             Quando possvel, designar terras como reserva privada.

             Estimular os funcionrios a se envolveram em projetos voluntrios tais como limpeza de praias.

             Educar os hospedes mostrando como podem fazer uma contribuio positiva para esforos locais de conservao de biodiversidade.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Benchmark Hotel program - http://www.benchmarkhotel.com

             Center for Environmental Leadership in Business  http://www.celb.org

             United Nations Environment Programmme - http://www.uneptie.org

    BOAS PRTICAS EM AO

    O Grecotel Rethynmon Beach Hotel em Creta trabalha junto com Achelon, a Sociedade Protetora de Tartarugas Marinhas da Grcia.
    Para cada reserva nos programas "Descubra Jamaica Naturalmente", o Hotel Mocking Bird Hill na Jamaica doa patrocnios "por hspede" para um projeto de conservao local.
    Costa Rica Expeditions fornece transporte gratuito para os pesquisadores e funcionrios do Servio Nacional de Parques e seus equipamentos.
    O programa Ambiental no Phunket Yacht Club na Tailndia patrocinou aulas de educao ambiental para crianas e desenvolveu um currculo ambiental para escolas de ensino fundamental locais.
    O Resort Lapa Rio na Costa Rica mantm uma reserva particular de 405 hectares (1000 acres) como zona amortecedora a beira do Parque Nacional Corcovado de 40,500 hectares(1000.000 acres). O Resort rodeado pela natureza e oferece uma gama de atividades ao ar livre que dependem do acesso a reas naturais.
    O Resort Vilamoura, no Algarve, Portugal, produziu um folheto de diretrizes ambientais para os usurios de barco.

    O Holiday Inn Crowne Plaza, em Jakarta, Indonsia, oferece aos hspedes a opo de acrescentar U$$ 2,00 a sua fatura, para apoiar esforos locais na conservao de orangotangos.

    Contribuio para o desenvolvimento comunitrio

    QUAL A QUESTO?

    O desenvolvimento turstico pode ter impactos significantes sobre comunidades locais. O dano ambiental causado pelo desenvolvimento turstico pode degradar ou restringir o acesso a recursos, tais como terras agrcolas, gua ou florestas, dos quais dependem os moradores locais. Em alguns casos, as populaes podem ser reassentadas em virtude de um hotel ou outra infra-estrutura para hspedes. Os moradores locais que inicialmente acolheram com alegria o turismo como fonte de emprego, riqueza, recursos e infra-estrutura poderiam concluir que o desenvolvimento deixa de fornecer-lhes os benefcios esperados. Embora os hotis realmente gerem empregos em muitos setores de servio e apoio, estes empregos freqentemente no chegam aos moradores locais que sofrem o maior impacto pelo desenvolvimento turstico, especialmente aqueles sem capacitao ou capital inicial. Grande parte do rendimento do turismo talvez nunca chegue at as comunidades locais devido a propriedade estrangeira de hotis ou uso de produtos importados. Finalmente, a insensibilidade em relao as culturas, tradies e prticas locais por parte dos hspedes ou funcionrios de hotis podem levar a conflitos e sentimentos "anti-turistas" junto a comunidades locais.

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             As contribuies para o desenvolvimento comunitrio  podem ajudar a melhorar as relaes com comunidades locais e minimizar o risco de conflitos futuros

             O apoio ao desenvolvimento comunitrio pode gerar publicidade positiva e melhorar a reputao.

             As contribuies para o desenvolvimento comunitrio podem aumentar  a aprovao dos hospedes e demais, preocupados com o bem estar comunitrio.

             Ao providenciar benefcios para os moradores locais podem-se apoiar metas de conservao ao oferecer fontes alternativas de sustento, relativamente no destrutivas.

             A melhoria dos elos econmicos com comunidades e negcios locais da suporte a sustentabilidade dos destinos tursticos.

     

    O QUE POSSO FAZER?

             Ajudar a desenvolver e apoiar ativamente negcios de turismo administrados localmente.

             Comprar produtos e servios produzidos localmente. Comprar de empresas de mdias, pequenas e micro-empresas, bem como de comerciantes de minorias tnicas e grupos indgenas.

             Empregar populao local.

             Desenvolver programa de treinamento cobrindo tanto preparos bsico como tambm aquelas habilidades necessrias para promoo, a fim de que a populao local possa ser colocada em cargos de gerencia ao longo do tempo.

             Providencia aulas de lnguas estrangeiras para trabalhadores locais que no falam a lngua prevalente de hspedes internacionais.

             Estimular empregados a oferecerem-se voluntariamente em comunidades locais e a seguirem prticas ambientais em casa.

             Fornecer informaes aos hspedes sobre as caractersticas culturais e religiosas, e oferecer dicas sobre como o seu prprio comportamento pode respeitar estas caractersticas, Estimular os hspedes a comprar produtos produzidos localmente e apoiar prestadores de servio locais.

             Trabalhar com parceiros locais para apoiar projetos que aumentem o bem estar da comunidade.

             Fornecer apoio s escolas locais.

             Apoiar comunidades locais com produtos antigos ou no usados.

     

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Benchmark Hotel program - http://www.benchmarkhotel.com

             Corporate Social Responsibility Forum  http://csrforum.com

             Green Hotelier magazine. International Hotels. Evironment Initiative . Disponvel em: http://www.ihei.org

             Tourism Concern  http://www.tourismconcern.org.uk/

     

    BOA PRTICA EM AO

    O Punta Cana Resort and Club, na Repblica Dominicana, organizou uma cooperativa para mulheres locais a fim de permitir-lhes venderem seus produtos artesanais nos hotis prximos.
    O secesso da estratgia ambiental interna no IBERHOTEL SARIGERME PARK, na Turquia, um penta-ganhador do prmio TUI de campeo ambiental, levou os funcionrios a seguirem prticas similares nos vilarejos locais onde vivem, resultando tanto em diminuio de custos para residentes locais como em benefcios de conservao.
    O Yachana Lodge, no Equador, doa dinheiro para uma fundao local que trabalha com uma variedade de projetos de desenvolvimento, inclusive um centro de educao regional, projeto de cultura para mulheres, uma clnica de sade local e uma fazenda escola.
    Exploraciones Amaznicas que dirige quatro pousadas na Amaznia Peruana, apia esforos de uma organizao no governamental peruana para fornecer materiais escolares para estudantes e professores. Em Londres, o hotel Mayfair Inter-Continental doa cortinas velhas, tapetes, colchas, frascos semi-usados de xampus e sabonete para uma abrigo local dos sem teto. 

    Questes sociais no local de trabalho

    QUAL A QUESTO?

    A indstria do turismo fornece emprego para 20 milhes de pessoas cerca de dez por cento da fora de trabalho formal do mundo. Existe um movimento crescente para garantir que o turismo se desenvolva eticamente e respeite os direitos humanos. A Declarao Universal de Direitos Humanos das Naes Unidas, de 1948, declara que todos os seres humanos tem certos direitos humanos universais bsicos. Estes direitos incluem o direito a vida, liberdade e segurana pessoal, liberdade da tortura e da escravido, proteo sob a lei, liberdade de pensamento, religio e viagem e ao direito de trabalhar, formar sindicatos e ter um padro adequado de vida e de bem estar. A Declarao das Naes Unidas apela para que "cada individuo e cada rgo da sociedade" promova e respeite os direitos humanos, como parte da sociedade, hotis e outros negcios de turismo, todos tm um papel a fazer para alcanar esta meta. A maior parte do foco sobre direitos humanos na indstria de turismo tem girado em torno de leis trabalhistas e condies de trabalho precrias ( tais como longas jornadas de trabalho, baixo salrios, falta de estabilidade no emprego e perspectivas de carreira limitadas), bem como o uso de trabalho infantil ou trabalho forado, explorao sexual infantil e questes de gnero.
    Tambm esto includas  questes discriminatrias, questes de pobreza, questes ambientais e indgenas, inclusive direitos terra, proteo da dignidade humana e e liberdade de associao e direitos a acordos coletivos.

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             O Respeito aos direitos humanos dos funcionrios garante que a administrao cumpra as leis pertinentes e evite multas e processos.

             A garantia de que os empregados sejam bem tratados e remunerados razoavelmente pode minimizar o risco de antagonismo e sentimentos "antituristas" e ajudar a promover uma atitude de boa acolhida e apoio em relao aos hspedes.

             O tratamento justo dos empregados e comunidades locais faz bem a moral dos funcionrios e possibilita uma empresa a se tornar um empregador preferencial.

             A promoo de direitos iguais entre todos os funcionrios pode minimizar o atrito entre empregados locais e estrangeiros e a administrao e o quadro de apoio.

             A garantia de que o dilogo e negociaes sejam conduzidos com representantes de trabalhadores livremente eleitos pode garantir consultas genunas sobre decises administrativas que afetam os funcionrios e sua aceitao, bem como uma atitude construtiva a longo prazo por parte dos funcionrios para com as metas do hotel.

             O respeito aos direitos dos funcionrios e as comunidades adjacentes pode ajudar a salvaguardar a reputao da empresa.

             O respeito aos direitos de comunidades indgenas pode atenuar a ateno adversa de organizaes no governamentais ou da mdia.

    O QUE POSSO FAZER?

             Elabora um estudo dos impactos potenciais de seu negcio sobre os direitos humanos de seus empregados, comunidades locais e outros interessados.

             Fornecer um salrio justo e benefcios para todos os empregados.

             Assinar contratos formais com todos os empregados.

             Adotar uma posio/poltica formal relativa a direitos humanos que comprometa a empresa a preservar direitos humanos fundamentais

             Estabelecer polticas e normas para preservar a sade e a segurana no local de trabalho.

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES

             Corporate Social Responsability Forum  http://www.csrforum.com

             ECPAT International  http://www.ecpat.net

             International Labour Organization  http://www.ilo.org

             Tourism Concern  http://www.tourismoconcern.org.uk/

     

    O QUE POSSO FAZER?

             Assegurar que o horrio de trabalho, perodos de descanso e remunerao correspondam a legislao e prticas locais, bem como a acordos coletivos onde existem.

             Treinar cidados nacionais do destino para posies de gerncia e apoiar o desenvolvimento de carreira/pessoal e a empregabilidade atravs de todas as categorias de emprego.

             Assegurar oportunidades iguais para funcionrios de ambos sexos, culturas,etnias e idades diferentes.

             Estimular mulheres e minorias tnicas a seguirem carreiras.

             Reconhecer e respeitar os direitos de indgenas e outros grupos vulnerveis.

             Oferecer sistemas de comunicao para informa os trabalhadores de seus direitos, no idioma local e oralmente se o analfabetismo for comum.

             Desenvolver sistemas que permitam denncia confidencial e segura, e seguimento de queixas.

             Ter uma poltica de emprego infantil justa e legal.

             Contratar e implementar o Cdigo ECPAT de Conduta para a Proteo de Crianas da Explorao Sexual Comercial em Viagens e Turismo. (www.thecode.org)

             Assegurar que os servios ou pessoal de segurana no violem os direitos humanos de empregados ou pessoas locais e sejam treinados em padres de direitos humanos relevantes.

             Respeitar os representantes dos trabalhadores eleitos livremente e providenciar para os mesmos informaes relevantes.

             Exigir a todos os fornecedores e prestadores de servios terceirizados o cumprimento da poltica e normas da empresa relativas aos direitos humanos, prticas trabalhista, de sade e segurana ocupacionais.

    Sistemas de Gesto ambiental

    QUAL A QUESTO?

    A maneira mais eficiente de implementar as recomendaes deste manual e outras prticas ambientais e sociais a de desenvolver um amplo sistema de gesto ambiental (EMS) que guie as decises operacionais. Por fornecer um mtodo sistemtico para integrar consideraes ambientais e sociais nas operaes das empresas, um EMS pode ajudar a avaliar um negcio, a administrar e a reduzir os seus impactos. Embora o nome tradicional para tal sistema sistema de gesto ambiental, pode ser usado para guiar tanto atividades ambientais como sociais.
    A chave para EMS bem-sucedido e eficiente assegurar o pleno apoio, a contribuio e a participao de todas as pessoas envolvidas, inclusive funcionrios, hspedes, parceiros comerciais e comunidades locais. O compromisso dos funcionrios e a participao devem vir de todas as partes da organizao, no s da alta gerncia. A educao dos hspedes tambm parte importante de um EMS eficiente, visto que muitos dos seus componentes, tais como os atos de apagar as luzes e desligar outros aparelhos eltricos, usar menos gua ou evitar produtos locais insustentveis, vo exigir apoio ativo dos hspedes.

    POR QUE DEVERIA ME PREOCUPAR?

             Um EMS pode permitir a um hotel ou empresa evitar duplicao de esforo integrando prtica ambiental e social em operaes de uma maneira sistemtica.

             A organizao de atividades ambientais e sociais sob um EMS pode permitir o uso mais eficiente dos recursos de uma companhia.

             Um EMS  permite a uma companhia monitorar e avaliar seus sucessos e fracassos relacionados a questes ambientais e sociais, identificar problemas e melhorar seu desempenho baseado nestas informaes.

             Ter um EMS nico e pblico pode facilitar o relacionamento com os funcionrios, hspedes, parceiros comerciais e comunidades locais.

    O QUE POSSO FAZER?

             Nomear uma fora tarefa que inclua funcionrios de todos os departamentos e nveis para projetar, implementar e avaliar o EMS.

             Conduzir uma nova avaliao das prticas atuais no hotel, identificando oportunidades para melhoria e identificando propriedades para ao. Esta avaliao deveria incluir uso de energia, uso de gua, gesto de resduos, uso de qumicos, compra de produtos, relaes com a comunidade e impactos potenciais sobre o meio ambiente local.

             Trabalhar com seus funcionrios e outros grupos relevantes para desenvolver e publicar uma misso ambiental e social, padres, metas e plano de ao.

             Designar um funcionrio ou grupo especfico para assumir e responsabilidade por cada componente do seu plano de ao e depois relatar de volta a fora tarefa. Fornecer a estes indivduos instrues claras sobre como atingir cada meta.

             Educar os funcionrios sobre metas e atividades, atravs de orientaes, instrues, memorandos, programas de incentivo, avaliaes de desempenho e outros mtodos.

             Comunicar as metas e atividades aos hspedes e avis-los sobre como podem reduzir o seu impacto ambiental e apoiar projetos de conservao local e desenvolvimento da comunidade.

             Conferir, regularmente, se as metas foram alcanadas e avaliar sucessos e fracassos.

             Usas as informaes coletadas durante avaliaes regulares para rever sua poltica, objetivos e plano de ao visando determinar quais mudanas precisam ser feitas.

             Fornecer feedback regular para os funcionrios, hspedes e a comunidade local sobre progressos, e reconhecer os desempenhos individuais excepcionais.

    ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAES?

             Environmental Mangement Systems for Hotels and Resorts. A Guide for Environmentally Responsible Hotels. Caribbean Alliance for Sustainable Tourism Disponvel em http://www.cha-cast.com

             PA Consulting Goup. www.paconsulting.com

             The Green Partenership Guide. A Practical Guide to Greening Your Hotel. 2001. Canada: Fairmont Hotels and Resorts.

             Semeando as sementes de mudana: Um pacote de educao ambiental para a indstria hoteleira (Sowing the Seeds of Change: Na Environmental Teaching Pack for the Hospitality Industry.) United Nations Environment Programme, International Hotel and Restaurant Association and the International Association of Hotel School,2001. Disponvel em http://www.uneptie.org

    BOAS PRTICAS EM AO

    Canadian Pacific Hotels and Resorts desenvolveu o Guia de Parceria Verde para funcionrios, que inclui os objetivos da empresa no gerenciamento de resduos, uso de energia, compra de produtos e conservao de gua.
    Ramada International Hotels e Resorts ofereceu incentivos em dinheiro a funcionrios que apresentem as melhores idias ambientais; prmios a funcionrios individuais, departamentos e hotis, e deu destaque s idias ambientais; prmios a funcionrios individuais, departamentos e hotis, e deu destaque s idias dos funcionrios no boletim da empresa.
    A cada ano, Grecotel, a maior cadeia de hotis na Grcia, contrata terceiros para analisar o seu desempenho em comparao com metas pr-fixadas e garantir que as metas sejam alcanadas.

    Fontes de informaes adicionais

    THE INTERNATIONAL HOTELS ENVIRONMENT INITIATIVE  http://www.ihei.org-  Um programa do Prince of Wales International Business Leaders Forum desenvolvido para manter os hotis informados sobre tendncias globais ambientais e promover os benefcios do gerenciamento ambiental como parte integrante do funcionamento de um negcio hoteleiro bem sucedido, eficiente. Os seguintes recursos esto disponveis no IHEI:

             Benchmark Hotel program - http://www.benchmarkhotel.com  O Hotel Benhmarking Tool indicado para ajudar hotis a melhorar o seu desempenho ambiental e economizar custos nas reas de gesto de energia, consumo de gua, minimizao de resduos, qualidade de efluentes, programas de compra, relaes com a comunidade e biodiversidade.

             Os seguintes recursos esto disponveis em  http://www.ihei.org

             Environmental Action Pack for Hotels 1995.

             Green Hotelier magazine. Tambm disponivel em http://greenhotelier.com

             Environmental Management for Hotels na industry guide to best practice manual 1996.

    THE CARIBBEAN ALLIANCE FOR SUSTAINABLE TOURISM  http://chacast.com Uma organizao sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento sustentvel da regio do Caribe ao catalisar as comunidades de turismo e comrcio e ao trabalhar com parceiros multi-setoriais para garantir responsabilidade social e ambiental no setor de turismo.

             Os seguintes recursos esto disponveis em  http://www.cha-cast.com

             Best Pratctice Case Studies

             Case Studies: Water, Energy and Solid Waste Management in the Hotel Industry

             Environmental Management Systems Hotels and Resorts: A Guide for Environmentally Responsible Hotels.

             Environmental Technologies in Caribbean Hotels: Buying Specifications and Lessons of Experience.

             Environmental Management Systems for Hotels and Resorts: A Guide for Environmentally Soud Property, THE UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME-DIVISION FO TECHNOLOGY, INDUSTRY ANDE ECONOMICS  http://www.uneptie.org/tourism
    Uma diviso da UNEP que trabalha com governos, autoridades locais e indstrias (inclusive turismo) para promover polticas e prticas que so mais limpas e seguras, fazem uso eficiente de recursos naturais, garantem gerenciamento adequado de produtos qumicos, incorporam custos ambientais e reduzem poluio e riscos para as pessoas e o meio ambiente. Os seguintes recurso esto disponveis em  - http://wwwuneptie.org

             A Manual for Waste Management: What the Tourism Industry Can Do To Improve its Performance 2003.

             Ecolabels in the Tourism Industry 1998

             Environmental Good Practice in Hotels: Case Studies 1996.

             How the Hotel and Tourism Industry can Protect the Ozone Layer 1998.

             Renewable Energies for the Tourism Industry 2003.

             Sowing the Seeds of Change. An Environmental Teaching Pack for the Hospitality Indistry 2001. (autoria conjunta de The International Hotel and Restaurant Association e The International Association of Hotelschools)

             Turismo Sustentvel em reas Protegidas Normas para Planejamento e Gerenciamento 2002 (Sustainable Tourism in Protected Areas: Guidelines for Planning and Management 2002).

             Ecoturismo: Princpios, prticas e polticas para a Sustentabilidade 2002 Pacote de Aes Ambientais para hotis 1995 (Ecotourism: Principles, Practices and Policies for Sustainability 2002 Environmental Action Pack for Hotels 1995)

    FONTES DE OUTRAS INFORMAES

    OUTRAS PUBLICAES

             Na integrated Approach to Resort Development 1992 World Tourism Organization Disponvel em: http://word-tourism.org

             Being Green Keeps you Out of the Red 1998. Woolloomooloo, New South Wales: Tourism Council Australia and CRC Tourism.

             Best Practice Ecotourism: A Guide to Energy and Waste Minimization 1997. Canberra: Australian Office of National Tourism

             Greening Your Property: A Green Seal Guide 1996. Washington, DC: Green Seal.

             The Green Partnership Guide: A Pratical Guide to Greening Your Hotel 2001. Canad: Fairmont Hotels and Resorts.

             Sustainable Development of Tourism: A Compilation of Good Practices 2000. Wold Tourism Organization. Disponvel em: http://www.world-tourism.org

             The Green Host Effect: An Integrated Approach to Sustainable Tourism and Resort Development 1999. Conservation International. Disponvel em: http://www.celb.org

             Voluntary Initiatives for Sustainable Tourism: Worldwide Inventory of Comparative Analusis of 104 Eco-labels, Awards abd Self-Commintments 2002. World tourism Organization, disponvel em: http://www.word-tourism.org

             What Tourism Managers Need to Know. A Practical Guide to the Development and Use of Indicators of Sustainable Tourism 1997. World Tourism Organization. Disponvel em : http://www.world-tourism.org

    OUTRAS ORGANIZAES

             Conservation International: http://www.conservation.org
    Uma organizao international no governamental dedicada conservao da biodiversidade, demonstrando que sociedades humanas podem viver em harmonia com a natureza.

             Corporate Social Responsibility Frum  http://www.csforum.com
    Uma iniciativa do Prince of Wales International Business Laders Frum para promover liderana internacional sobre negcios responsveis.

             Ecological Solutions,  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
    Uma firma de consultoria de gesto ambiental especializada na indstria hoteleira e turstica.

             ECPAT International  http://www.ecpat.net
    Uma rede de organizaes e indivduis trabalhando juntos para eliminao de prostituio infantil, pornografia infantil e comrcio de crianas para fins sexuais.

             European Ecolabel  http://europa.eu.int/comm/environment/ecolabel
    O esquema de rotulao ecolgica para produtos da Unio Europia.

             International Hotel and Restaurant Association  http://www.ih-ra.com
    Uma rede global de mais de 750.000 hotis, restaurants, cadeias, associaes nacionais, fornecedores do setor de hospedagem e centros educacionais na indstria hoteleira e de restaurantes.

             International Labor Organization  http://www.ilo.org
    Uma agncia das Naes Unidas que formula padres de trabalho internacionais e procura a promoo de justia social e direitos humanos e trabalhistas reconhecidos internacionalmente.

             PA Consulting Group  http://www.panconsulting.com
    Uma organizao fornecendo servios de consultoria inovadores para governos e a indstria turstica

             The Secretatiat of the Code of Conduct against CSEC  http://www.thecode.org
    Um cdigo de conduta para a proteo de crianas da explorao sexual em viagem e turismo, para ser adotado por fornecedores de servios tursticos.

             Tourism Concern http://www.tourismconcern.org.uk/
    Uma organizao com quadro de associados que faz campanha pelo turismo tico e negociado de maneira justa.

             Twin Share: Tourism Accommodation and the Environment  http://twinshare.crctourism.com.au
    Uma lista de recursos desenvolvida pelo Escritrio Australiano de Turismo Nacional para providenciar informa~eos sobre o desenvolvimento de turismo de baixo impacto ambiental. Inclui discusses de questes relacionadas energia, resduos, gua, materiais de construo, gerncia e processos de aprovao, bem como estudos de turismo sustentvel.

             United Nations Scientific, Educacional and Cultural Organization  http://www.unesco.org
    O objetivo principal da UNESCO contribuir para a Paz e a segurana no mundo, promovendo a colaborao entre naes atravs da educao, da cincia, da cultura e da comunicao. A UNESCO procura incrementar o respeito universal pela justia, pelo cdigo da lei e pelos direitos humanos e liberdades fundamentais que so confirmadas aos povos do mundo, sem distino de raa, sexo, idioma ou religio, pela Carta da Naes Unidas.

             World Tourism Organization  http://www.world-tourism.org
    Uma organizao intergovernamental que serve como foro global para questes de poltica de turismo e uma fonte prtica de expertise turstica e estaatstica. WTO promove o turismo responsvel, sustentvel e universalmente acessvel. WTO tambm estabeleceu "The Global Code of Ethics for Tourism" (1999), endossado subsequentemente pela Assemblia Geral das Naes Unidas em 2001  http://www.world-tourism.org/frameset/frame_project_ethics.html

             World Travel and Tourism Council/ECoNETT http;//www.wttc.org
    Um foro para lderes de negcios globais para aumentar a disseminao sobre o impacto econmico da industria de viagem e turismo e promover uma estrutura para o desenvolvimento turstico sustentvel.

     

    ESTE MANUAL UMA INICIATIVA CONJUNTA DE:
    THE CENTER FOR ENVIRONMENTAL LEADERSHIP IN BUSINESS

    The Center For Environmental Leadership In Business oferece um novo foro para colaborao entre o setor privado e a comunidade ambiental. Criado atravs de uma parceira entre Conservation International (CI) e Ford Motor Company, o centro funciona como uma diviso da CI e presidido por um corpo cheio de lderes reconhecidos das comunidades empresariais e ambientais.
    O centro engaja  setor privado mundial para criar solues para problemas ambientais crticos e globais nos quais a indstria tem um papel definido. O programa de viagem e lazer do centro trabalha com as principais empresas de turismo a fim de integrar princpios de conservao em suas operaes de dia a dia e para influenciar o planejamento e gerenciamento de destinos tursticos chave.
    Ford Motor Company
    Travel & Leisure Program
    The Center for Environmental Leadership in Business
    Consevation International
    1919 M Street, NW Suite 600
    Wasshington, DC 20036 USA
    Tel: +1-202-912-1000 Fax: +1-202-912-1047
    Email:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
    Site: www.celb.org

     

    THE TOUR OPERATORS' INITIATIVE
    FOR SUSTAINABLE TOURISM DEVELOPMENT

    A iniciativa dos Operadores de Turismo para Desenvolvimento do Turismo Sustentvel (TOI)  uma rede de 25 operadores de turismo que se comprometeram a incorporar princpios de sustentabilidade em suas operaes de negcios e trabalham juntos para promover a difundir prticas compatveis com o desenvolvimento sustentvel. A iniciativa foi desenvolvida com o apoio do United Nations Environment Programme (UNEP), United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO)  e World Tourim Organization (WTO/OMT).
    O Center for Environment Leadership in Busines pareiro ativo da TOI, providenciando assistncia tcnica e financeira.

    Juntos, os scios de TOI atuam em trs reas chave:

             Gerencoamento da cadeia de abastecimento para desenvolver uma abordagem comum e ferramentas para avaliar fornecedores.

             Cooperao com destinos para exercer uma influencia positiva e falar com uma s voz sobre as atividades de todos os parceiros, juntas de turismo, clientes, fornecedores, governos e fomentadores.
    Relatrios de sustentabilidade  - para desenvolver e testar diretrizes na elaborao de relatrios e indicadores de desempenho sustentvel.

    A TOI coordenada por uma secretaria, sediada pela UNEP, o que assegura a implementao do programa de atividades e apoio contnuo aos membros.
    Tour Operators Initiative for Sustainable Tourism Development United Nations Environment Programme 39-43, qual Andr Citron 75739 Paris Cedex 15 FRANCE
    Tel: +33-1-44371450  Fax: +33-1-44371474
    Email:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
    Site: www.toinitiative.org

    Os membros da iniciativa de operadores para o desenvolvimento sustentvel do turismo so:

    Accor Tours (Frana) LTU Touristik GmbH (Rep. Fed. Alem)

    Atlas Voyages (Marrocos) My Travel NorthermEurope (Sucia)

    Aurinkomatkat-Suntours (Finlndia) NS Travel (Pases Baixos)

    British Airways Holidays (Reino Unido) Orizzonti (Itlia)

    Discovery Initiatives (Reino Unido) Premier Tours (EUA)

    Dynamic Tours (Marrocos) Settemari (Italia)

    Everest Express Tour (Nepa) Studiosus (Rep. Fed. Alem)

    Exodus (Reino Unido) Travel Walji's PVT (Paquisto)

    First Choice (Reino Unido e Irlanda) TUI Group (Rep. Fed. Alem)

    FreeWay Adventure (Brasil) TUI NorthermEurope (Reino Unido e Pases Nrdicos)

    G.A.P. Adventures (Canad) VASCO Travel (Turquia)

    Hapag Lloyd Kreuzfahrten (Rep. Fed. Alem)

    I Viggi del Ventaglio (Itlia)

     

    Agradecimentos

    Este manual foi escrito por James E.N. Sweeting e Amy Rosenfeld Sweeting. Os autores gostariam de estender um agradecimento especial aos membros do Supply Chain Working Group da Tour Operator Initiative for Sustainable Tourism Develpment por fornecer comentrios sobre vrios projetos desde manual

    Outrossim, somos gratos a Jaqueline Aloise de Laderel e Giulia Carbone do United Nations Environment Programme; Glenn Prickett, Sarah Raposa, Laury Saligman, Amy Skocslas, Frank Stewart, e Chistopher Woods do The Center for Environment Leaderchip in Business at Conservation Internacional; Karem Fletcher do International Hotels Environment Initiative; Lucy Amis do International Business Leaders Forum; Dirk Belau do International Labour Organization; Nico Visser do TUI Netherlands; Bill Meade da PA Consulting; Kelly Robinson do Punta Cana Resort & Club e Llene Rosenfeld pelos seus comentrios.

     

    Por que criamos este manual?

    Os hoteleiros ao redor do mundo esto se conscientizando de que prticas ambientas e sociais responsveis se traduzem em benefcios para os negcios, o meio ambiente e a comunidade global.

    Boas prtica ambientais e sociais fazem bom sentido nos negcios, desde promover a reduo de custos e gerar benefcios de reputao at garantir a longo prazo o atrativo de um destino aos viajantes.

    Este manual fornece um levantamento de dez questes ambientais e sociais chave que so cruciais para o sucesso a longo prazo do setor de acomodaes.

    Para cada questo oferecemos um breve resumo, a base racional para as boas prtica e exemplos do que os hotis ao redor do mundo esto fazendo.

    Reconhecendo que as solues oferecidas aqui no so complementares exaustivas, oferecemos fontes para mais informaes dentro de cada seo e no fim do manual.

     

    Benefcios de prticas ambientais e sociais responsveis.

    A boa prtica pode resultar em economias de custo diretas ao reduzir as contas de gua e energia e despesas com p tratamento de esgoto e remoo de lixo.

    Esforos de conservao tais como gesto de resduos perigosos e tratamento de gua significaro um ambiente de trabalho e espaos comuns mais seguros, os quais, por sua vez, podem diminuir a rotatividade de funcionrios, reduzir o tempo de trabalho perdido devido a ferimentos ou doenas, e risco de responsabilidade.

    A publicidade sobre prticas inadequadas poderia prejudicar a reputao de um hotel e levar a perda de negcios. Por outro lado, boa prticas podem ser uma ferramenta eficiente de marketing dentro do mercado internacional crescente de hspedes procurando por destinos ambientalmente e socialmente responsveis.

    Alm disso, a adoo de prticas ambientais e sociais slidas oferece uma oportunidade de manter a qualidade do entorno de um hotel, e desse modo melhorar a qualidade da experincia para os hspedes, aumentando tambm o apoio de autoridades governamentais e comunidades vizinhas. Os hotis que deixam de proteger o meio ambiente e a cultura de seu entorno podem contribuir para a destruio das prprias atraes das quais dependem para o seu sucesso, incluindo ar limpo, gua potvel e ambiente bonito e saudvel.

     

    Publicaes

    • Jornal O Globo

    Ontem e hoje, menu roa Publicado em 15 de julho de 2010.

    Por dentro das fazendas   Publicado em 15 de julho de 2010.

    Vale do Santos Publicado em 15 de julho de 2010.

    Desfile de cores e tradies Publicado em 15 de julho de 2010.

    A comida da roa   Publicado em 25 de maio de 2010.

     

    • Dirio do Vale

    Projeto prope aes para revitalizar Vale do Caf   Publicado em 25 de maio de 2010.

    Turismo Cultural em alta no vale do Caf   Publicado em 30 de maio de 20010.

    Turismo sustentvel refora a economia do Vale do Caf   Publicado em 18 de julho de 2009.

     

    • Revista Veja

    Um novo roteiro no Vale  - Publicado em 16 de junho de 2010.

    De volta ao Luxo   Publicado em 16 de junho de 2010.

     

    • Revista Veja Rio

    Uma Viagem pela glria do caf   Publicado em 26 de maio de 2010.

    So Fernando   Publicado em maio de 2010.

     

    • Revista Folha de Turismo

    Vale do Caf - Retorno ao passado com a Rota das Fazendas Histricas   Publicado em Julho de 2012.