PRESERVALE RECEBE O PRÊMIO ESTÁCIO DE SÁ

       Em cerimônia realizada na Sala Cecília Meirelles, no dia 30 de Março de 2005, o Instituto PRESERVALE recebeu, juntamente com diversas personalidades e instituições do Rio de Janeiro, o prêmio Estácio de Sá, concedido pela Secretaria Estadual de Cultura para aqueles que se destacaram nas ações e iniciativas culturais do ano de 2004.

       Para uma platéia absolutamente lotada, o evento apresentou Bibi Ferreira, Zezé Motta, Paulinho Tapajós, as Cantoras do Rádio, Kay Lira e o Coral Villa Lobos, num show simpático e informal, que a todos encantou. Dentre os premiados,d estacaram-se na música, a Sociedade Musical Lira de Apolo; nas artes cênicas, a atriz Ângela Leal- Teatro Rival BR; na Educação o Colégio São Bento, na arquitetura e urbanismo, a Fundação Oscar Niemeyer, artes plásticas, o Instituto Cultural Carlos Scliar; nas ciências, a Casa de Oswaldo Cruz; no cinema o Tempo Glauber; na Comunicação, a TVE do Rio de Janeiro; na Literatura, o Pen Clube do Brasil; no meio ambiente, a Fundação BR de Desenvolvimento Sustentável; e na Preservação do Patrimônio Cultural, o INSTITUTO PRESERVALE.

       O prêmio Golfinho de Ouro foi entregue à no Jornalismo Merval Pereira, Arquitetura e Urbanismo, Sérgio Rodrigues; Artes Cênicas, Bibi Ferreira; Artes Plásticas, a gravadora Anna Letycia; ciências, Alberto Santoro; cinema, Silvio Tendler; comunicação Merval Pereira; NA MÚSICA, Maria Bethânia; na educação, Cleonice Berardinelli; na Literatura, Ledo Ivo, no meio Ambiente, Adelmar Faria Coimbra Filho; na Preservação do Patrimônio, Antônio Carlos Ligiero.

       O Prêmio Governo do Estado foi entregue à Sra. Lilly Marinho, ao jornalista Moacyr Werneck de Castro e à Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

       Deve-se mencionar que o Vale foi triplamente premiado, pois além do PRESERVALE, foram premiados a Sra. Lilly Marinho, proprietária de diversas fazendas históricas preservadas, dentre elas a Fazenda Veneza, em Conservatória, e o Jornalista Moacyr Werneck de Castro, autor do livro “Barões e Escravidão”, recentemente lançado, que aborda o Ciclo do Café em sua temática.